Marli Pó

Marli Pó

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Neste natal, Loss presenteia os fãs com versão de clássico dos Beatles



A banda mineira também se prepara para lançar um novo álbum e fazer sua segunda turnê na Europa em 2024

Crédito Foto: Gustavo Dragunskis


A Loss é a afluência da experiência e singularidade características da cena mineira de rock pesado. Natural da capital BH, a banda é capitaneada por Marcelo Loss (vocal e baixo) que foi fundador do grupo Concreto, com o qual gravou sete álbuns, sendo que o último contou com baterias gravadas por Vinny Appice (Black Sabbath, DIO). Na bateria da Loss, Teddy Bronsk que também já passou pelo Concreto e foi o fundador da lendária banda Witchhammer, uma das pioneiras do metal nacional na década de 80, com quem gravou quatro álbuns. Por fim, também é integrante da Loss o guitarrista Adriano Avelar que traz no currículo trabalhos ao lado de importantes nomes da música, desde compositores como Marku Ribas e Klinger, a rappers como Xis, Deleve, Thales Dusares e o ex-Planet Hemp, Speed Freaks.

A bagagem desse trio de músicos da Loss justifica o som vanguardista que fazem. Seja nos trabalhos autorais, como o EP "Let’s Go" (2020), o álbum “Storm” (2022), e os singles “Até Quando” (2021), “The Light” (2021), “The Storm” (2023) e “The Mirror” (2023), como também em covers que apresentam nos shows ao vivo e agora também em estúdio: caso da versão que acabam de lançar para “I Saw Her Standing There”, clássico dos Beatles.

“No ano em que os Beatles nos presentearam com o que tem sido chamado de a “última música da banda”, nós decidimos prestar essa homenagem aos nossos ídolos”, comentou Marcelo Loss. “Enquanto os ingleses lançaram “Now and Then”, fruto de um pequeno milagre tecnológico ao se resgatar uma música de John Lennon gravada em sua casa nos anos 80, nós decidimos ir nas origens do quarteto de Liverpool com essa gravação de “I Saw Her Standing There”, a primeira faixa do primeiro álbum dos Beatles, “Please Please Me”, lançada há 60 anos!”

A versão da Loss de “I Saw Her Standing There” foi gravada em BH no Analog Dream Studio e mixada e masterizada em Atenas, na Grécia, por Jim Siou.
“Como essa foi nossa primeira experiência em estúdio com um trabalho não autoral, nos preocupamos em manter a estrutura da música original, sem deixar de adicionar o peso e a energia característicos do nosso som”, concluiu Marcelo.

Para ouvir a versão de “I Saw Her Standing There” da Loss, acesse:
Spotify: https://bit.ly/483jquG
Deezer: https://bit.ly/3TxFfxZ
Apple Music: https://acesse.one/Ft19R
Youtube: https://bit.ly/48pDTJZ

Para 2024 a Loss prepara o lançamento do single “Leaving” além de um novo álbum cheio. O trio também está negociando datas para sua segunda turnê europeia.

Mais Informações:
  
www.facebook.com/loss.rockband
www.instagram.com/loss.band
www.youtube.com/LossBand

quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Exposição inspirada nos quilombos, chega a São Paulo.

 

Exposição itinerante do artista plástico Eduardo Carvalho chega a São Paulo:

Uma Celebração da Arte e da Identidade Cultural

De 15 de Agosto a 15 de Setembro, a cidade de São Paulo recebe a exposição imperdível "A Cultura e suas Peculiaridades - O Quilombo", sediada no Casarão - Casa de Cultura da Vila Guilherme, Zona Norte da cidade. O evento, que tem entrada gratuita, é uma oportunidade única para mergulhar no rico universo de expressões culturais únicas que ecoam a ancestralidade africana em nosso cotidiano.


Eduardo Carvalho, nascido em Minas Gerais em 1992, personifica a capacidade transformadora da arte. De uma origem modesta como trabalhador rural e padeiro, ele trilhou uma jornada notável, emergindo como professor universitário e artista plástico aclamado globalmente. Sua história inspira a perseverança e a busca pelos sonhos.


Eduardo se dedicou incansavelmente ao desenvolvimento de sua arte, alcançando destaque por seus desenhos hiper-realistas. Ele foi reconhecido com o prestigioso prêmio da FUNARTE em 2019, evidenciando seu talento excepcional. Sua arte transcendeu fronteiras, conquistando a medalha de ouro em Dubai (2022) e sendo nomeado melhor artista em Londres e Escócia (2023).


Celebrar e apreciar a obra de Eduardo Carvalho é olhar para nós brasileiros. Sua biografia é o relato de muitos desta nação. Desde sua origem como trabalhador rural, padeiro e montador de móveis, ele trilhou uma jornada de descoberta e aprimoramento, tendo seu talento inato para o desenho reconhecido durante seus estudos na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Desde então, Eduardo tem sido homenageado no Brasil e também no mundo.

Uma das jóias desta exposição é a premiada obra "Olhar Africano", que recebeu o prestigioso "Prêmio Funarte Artes Visuais 2020/2021 - O Diálogo entre o Patrimônio Histórico da Cidade do Rio de Janeiro e o Brasileiro Presente nas Artes Visuais, na Arquitetura e nos Espaços Urbanos". Esse reconhecimento não apenas enaltece a importância do trabalho de Eduardo, mas também destaca como sua arte resgata e celebra as raízes africanas que permeiam nossa cultura.


Os elementos encontrados na obra de Eduardo Carvalho - uma mulher africana, forte poderosa, com ar de guerreira que tem um olhar penetrante e ao mesmo tempo ingênuo - corrobora com a perspectiva da busca pela nossa ancestralidade. Rememorar nossa ancestralidade africana é relembrar que somos um povo com vocação para a liberdade. O desenho foi baseado na fotografia de Leif Steiner, que foi clicado na tribo Hamar na Etiópia.


A obra hiper-realista "Olhar Africano" de Eduardo Carvalho, abrasileirou seus traços e nos faz refletir para além da nossa história. Encarar nossa ancestralidade lembra-nos que somos um povo "fugido", seja ele por degredo da escravidão ou por sermos desterrados em nossa própria terra.

Esta exposição é uma celebração da cultura brasileira em toda a sua complexidade, uma oportunidade única de apreciar a arte como um veículo de reflexão e transformação. Além disso, a exposição também é uma homenagem à diversidade presente nas cidades brasileiras.


Temos uma história rica em contradições, que se traduziram em nossos espaços urbanos. A força de nossa cultura vem de nossa diversidade, do nosso antropofagismo. Somos um povo do degredo, da fuga e do desterro em nossa própria terra. Acima de tudo, a obra de Eduardo nos faz refletir: o quilombo está dentro do Brasil ou o Brasil é um grande quilombo?


Descubra como as obras de Eduardo Carvalho podem despertar emoções, questionamentos e inspiração. Prepare-se para uma jornada fascinante, repleta de descobertas e conexões profundas com a essência da cultura brasileira. A realização das exposições conta com o patrocínio das empresas Cenibra e Condor.


A exposição terá sua abertura oficial no dia 15 de Agosto, às 11h, para o público em geral. Além disso, Eduardo Carvalho realizará um trabalho filantrópico em que escolas estaduais locais poderão levar alunos a partir dos 12 anos para um workshop ministrado pelo próprio artista. Os participantes receberão tradução em libras, certificados e um kit de materiais para criar suas próprias obras. As escolas devem realizar um cadastro prévio para participar.

Detalhes da Exposição:

Período: 15 de Agosto a 15 de Setembro

Horário de Visitação: Terça a sexta-feira, das 10h às 16h

Entrada Gratuita

Local: Casarão - Casa da Cultura Vila Guilherme

Endereço: Praça Oscar da Silva, 110 - Vila Guilherme, São Paulo


Abertura a Imprensa e Convidados: 15 de Agosto às 10h

Abertura ao Público: A partir das 11h

Workshop: 14h

O Casarão: Um Espaço de Cultura e Arte

Localizado na Zona Norte de São Paulo, na Vila Guilherme, o Casarão é um centro de preservação cultural. A Casa de Cultura Vila Guilherme – "Casarão", inaugurada em 11 de junho de 2016, é um espaço da Secretaria Municipal de Cultura, fruto da colaboração da comunidade e de coletivos culturais por meio do Conselho Participativo. O prédio tombado pelo Departamento de Patrimônio Histórico abriga 3.000 m² e mais de 16 salas multiusos, além de áreas externas e pátios internos. As atividades no local abrangem oficinas, apresentações culturais, debates, saraus, exibições de filmes e muito mais.

https://spcultura.prefeitura.sp.gov.br/espaco/828/