Marli Pó

Marli Pó

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Clodovil foi e sempre será único! VOTEM DIREITO SEM COMPARAÇÃO.


ESTOU INDIGNADA COM TANTOS CANDIDATOS NADA A VER...
TIRIRICA, TADINHO, ATÉ FOI SINCERO E ENGRAÇADO...MAS EU FIQUEI MAIS INDIGNADA COM O DEPOIMENTO DO AGNALDO TIMÓTEO USANDO O NOME DO MEU QUERIDO CLODOVIL..COMO PODE ALGUÉM DIZER QUE FORAM 42 ANOS DE AMIZADE....PODEM TER CERTEZA ELES NÃO FORAM AMIGOS, CLODOVIL FOI SOLICITO ALGUMAS VEZES COM ELE APENAS!!!!

E O RONALDO ÉSPER, ESTÁ PARECENDO QUANDO O CLODOVIL FOI DEMITIDO DA REDETV, COLOCARAM ELE LÁ, SUBSTITUINDO, IMAGINA QUE ELE SEGURARIA 4 HORAS DE UM PROGRAMA DIÁRIO AO VIVO...AS PESSOAS CONFUNDEM E COMPARAM AS COISAS. CLODOVIL ERA E É INCOMPARÁVEL, INTELIGENTE E IRREVERENTE, 100 ANOS A FRENTE!

O PTC, JAMAIS TERÁ ALGUÉM COMO CLODOVIL, INFELIZMENTE PARA ELES. MAS CLODOVIL TROUXE PARA O PARTIDO UMA BOA POUPANÇA PARA QUE ELES CONTINUEM...ADMIRO ALGUMAS PESSOAS QUE LÁ ESTÃO, MAS É SÓ!

OUTROS ARTISTAS ENTÃO, O CANDIDATO NEM ABRE A BOCA QUEM FALA É A ESPOSA...PELO AMOR DE DEUS, TEM QUE TER COERÊNCIA.. AS PESSOAS NÃO SÃO MAIS BURRAS. TENHO UMA TIA COM 80ANOS QUE FAZ QUESTÃO DE VOTAR, ISSO SIM É CIDADANIA.

HÁ QUEM DIGA QUE..'que projetos do Clodovil o Agnaldo vai dar continuidade"...São muitos queridos, muitos mesmo, meu nobre amigo realmente executou com seriedade o seu trabalho, que humildemente assumiu não saber fazer, qdo eleito...com quase 500 mil votos, calou o plenário no seu primeiro discurso..isso não é para qualquer um. Só alguém como Clodovil poderia ser nosso portavoz e pásmem, ainda tem gente que acha que estará a altura, infelizmente aquele lugar matou o meu querido amigo e com certeza, DEUS na sua infinita sabedoria o livrou levando-o para sempre. Eu desejo de todo o meu coração que esses candidatos, se eleitos, possam ser apenas 1 décimo daquilo que Clodovil foi e representou para o povo brasileiro, não importam as criticas, ele foi impar e autêntico e isso poucos são. De gosto impecável, sinto saudades dele e termino aqui meu texto, indignada com tanta porcaria e desejando que o POVO VOTE com consciência pois é disso que o Brasil precisa, gente com consciência.

COM CERTEZA SEM CLODOVIL "BRASÍLIA NUNCA MAIS SERÁ A MESMA"

VOTEM DIREITO, ESCOLHAM E NÃO SEJAM TOLOS....NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS POR ELES ESTAREM LÁ!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Crítica da Veja - Dirceu Alves Jr - Emoções Baratas

Resenha por Dirceu Alves Jr.Resenha por Dirceu Alves Jr.:

O jazz do compositor americano Duke Ellington (1899-1974) e o espetáculo Emoções Baratas rondam a cabeça do diretor José Possi Neto de tempos em tempos. Trinta anos atrás, em uma viagem a Boston, ele visitou um cabaré e teve a ideia de criar um musical inspirado no lugar. Em 1988, Emoções Baratas ganhou o palco e impressionou por adotar uma fronteira tênue entre o teatro e a dança, embalada pela banda Heartbreakers e pelo vozeirão das cantoras Misty e Adyel, que na época roubavam a cena. De volta, a remontagem conserva-se como uma encenação híbrida e construída a cada noite, igual à rotina de um clube boêmio. Em cartaz no Estúdio Emme, o antigo Avenida Club, a nova versão traz nove atores-bailarinos circulando entre o palco e as mesas, e a mesma Heartbreakers executando canções de Ellington, como Solitude, Stomp Look and Listen e It Don’t Mean a Thing. Sem uma palavra, a montagem vale-se das letras, agora interpretadas pelas cantoras Bibba Chuqui e Karin Hils, e da personificação de cada tipo — a cliente carente, a bêbada, o garçom solidário, o inconveniente, a debochada — para narrar uma trama que atravessa a madrugada. Mas salta aos olhos a precisão dos movimentos dos bailarinos, alguns deles transformando o cenário ao trocar mesas e cadeiras de lugar. Mesmo que os passos sejam calcados em números coletivos, não há unidade, e isso estimula a leveza e a espontaneidade deles. Em uma interação, onze espectadores são convidados a dançar com o elenco e passeiam por emoções que só a noite proporciona. Estreou em 30/07/2010. Até 31/10/2010.

sábado, 7 de agosto de 2010

EMOÇÕES BARATAS - MUSICAL DE JOSÉ POSSI NETO


Imperdível! Emoções Baratas, que depois de 22 anos estreiou em São Paulo no Estúdio Emme, está impecável. Com bailarinos, músicos e cantoras ma-ra-vi-lho-sas....Karin Hils e Bibba Chuqui dão um show a parte.
Karin, ex-rouge, depois de atuar em Hairspray dá um show de interpretação, aliás, o musical concede esse presente para cada interprete seja ele musico, dançarino ou cantor.
Os movimentos, a coreografia as músicas são realmente de babar.
Interagindo com o público, Emoções Baratas é um dos Musicais nacionais mais bonitos que eu pude assistir; claro que os gostos diferem, mas a reação do público no dia de estréia foi realmente unanime.

Vale a pena conferir!

Veja mais...

Direto da redação da UOL

O diretor de teatro José Possi Neto remonta o premiadíssimo espetáculo Emoções Baratas. O espetáculo show, criado por ele em 1988, ficou em cartaz por mais de dois anos e meio, e volta à cena, dia 30 de julho. O ano de 2010 marca os 22 anos da estreia original. Emoções Baratas é ambientado como um cabaré, em um clube de jazz. Os músicos e bailarinos começam o musical misturados com o público, ainda no saguão de entrada. Alguns números permitem a interação com o público.Possi Neto revisita o espetáculo trazendo de volta os músicos do grupo Heartbreakers, apresenta novos bailarinos e duas novas cantoras: Bibba Chuqui e Karin Hils. Segundo Possi, a nova montagem de Emoções vai promover um novo resultado. “Eu adaptei e moldei cada artista, de acordo com suas habilidades e desempenhos em cena. Revisitei todas as etapas, elementos e detalhes”. José Possi Neto assina a direção geral, roteiro e coreografias, e a direção musical fica por conta de Guga Stroeter , integrante dos Heartbreakers. Os figurinos são de Fábio Namatame.
Emoções Baratas
Estúdio Emme - R. Pedroso de Moraes,1036
De 30/7 a 31/10
Informações: (11) 2626-5835
Atores nos bastidores de "Emoções Baratas". Criado e apresentado na linguagem de teatro-dança, o espetáculo apresenta uma banda, bailarinos e cantoras em uma cena jazzística, inspirados em lembrança do diretor de Boston, EUA, em 1977, em uma casa de jazz na cidade. Uol Entretenimento


Da Redação do Estadão

Maria Eugênia de Menezes

Não havia nada para fazer naquele verão em Nova York. Então, José Possi Neto partiu para uns dias em Boston. Era uma noite quente de 1977. Sozinho, ele caminhava a esmo por uma rua desconhecida da cidade americana, mas acabou parando ao ouvir a música que vinha de um porão. Decidiu entrar. Lá dentro, no salão esfumaçado, a plateia era quase toda negra e lotava as mesas ouvindo uma banda de jazz. "O som era absolutamente maravilhoso. Eu só não conseguia entender como é que todo mundo conseguia ficar sentado, sem dançar", lembra o diretor.
Luiz Tripoli/Divulgação
Luiz Tripoli/Divulgação
Cena do espetáculo que segue ritmo das canções de Duke Ellington

Foi para resolver esse impasse que Possi criou Emoções Baratas, espetáculo que abre temporada a partir de hoje, para convidados, e amanhã, para o público.

O musical é uma releitura de sua versão original, lançada em 1988, e volta agora a ocupar o mesmo palco de antes, no Estúdio EMME, endereço do antigo Avenida Club.

À época, Emoções Baratas estourou quase instantaneamente como sucesso: ficou mais de 30 meses em cartaz e lançou a Big Jazz Band Heartbreakers, criada um ano antes por George Freire e Guga Stroeter.

Stroeter, que continua à frente da banda, assina também a direção musical da montagem e foi o responsável pela seleção das canções de Duke Ellington que servem de base ao musical.

Para criar o roteiro, Possi ficou por mais de um mês junto à orquestra. Editando uma por uma as 29 músicas e elaborando o argumento que iria servir de subsídio ao trabalho posterior com os bailarinos. "É essencialmente um trabalho de construção de imagens", explica ele, que fez cinco baterias de testes para conseguir selecionar os nove bailarinos e os dois grandes trunfos da montagem: as cantoras Bibba Chuqui e Karin Hils.

A alegria soturna. Ainda que mereça o nome de musical, Emoções Baratas pouco se assemelha aos congêneres em cartaz na cidade. Não tem um diálogo sequer, possui um esmerado trabalho de técnica corporal e envereda pelo caminho que é uma das marcas registradas da linguagem de Possi: o teatro-dança.

Tudo aquilo que já aparecia em criações inquietantes como Um Sopro de Vida volta à baila em Emoções. E, ainda que o tom aqui seja um pouco mais solar, não dispensa certa atmosfera lúgubre. "Não tem como não ser sombrio", diz Possi. "São personagens da noite, pessoas que são sofisticadas, mas que vivem à margem e remetem a uma época de segregação. Eles podem até ser marginais de luxo, mas ainda assim marginais."

Trilogia americana

Mucho Corazón - Cinco anos após a montagem de Emoções Baratas, em que se debruçava sobre o jazz, José Possi Neto retomou a parceria com a banda Heartbreakers e criou, em 1993, Mucho Corazón. O musical tinha como foco os ritmos latinos e a salsa. "Naquela época, o público ainda olhava para a música latino-americana com preconceito", lembra o diretor.

Baile Estelar - Voltado à música brasileira, Baile Estelar completava a trilogia que Possi Neto dedicou aos "ritmos americanos": o jazz, a salsa e o samba. Na montagem, o diretor e Guga Stroeter revisitavam as raízes negras da moderna MPB e passavam pelas canções de Ary Barroso, Luiz Gonzaga, Lamartine Babo e outros.

Emoções Baratas - Estúdio EMME (250 lug.). Av. Pedroso de Morais, 1.036, tel: 2626-5835. 5,ª, 21h; 6.ª, 21h30; sáb. 221h; com. 19h. R$ 50 R$ 80. Até 31/10